
É o abismo da perdição
O tumulto da traição
Eles estão revoltados
Querem bater
Querem esmurrar
E aqueles, que inocentemente os acodem
Sofrem nas suas mãos
Dilatam-se com o que sobra
Acomodam-se com os restos
Os outros não tem escrúpulos
São ferozes
Sem coração
Guiados pelos seus caprichos
Protegidos pelos que sentem pena
Esses, sofrem, choram
Mas conformam-se
Era o destino deles.
Escrevi este poema à bastante tempo, mas no entanto
continuo a achar que ele se aplica tanto no nosso dia-a-dia que decidi pô-lo aqui.